Uma tomada elétrica
Para carregar o equipamento entre utilizações, perto dos quartos onde é usado. Não precisa de tomada dedicada nem de obra.
Guia de implementaçãoO que é preciso preparar, quem faz o quê, e o que a equipa deve saber antes da primeira sessão à cabeceira: com a família presente ou à distância, e quando o doente já não comunica. Feito para imprimir e afixar.
ParaCuidados paliativos
A lista é curta de propósito. O RVer funciona de forma independente e não requer integração com os sistemas da instituição. Só a videochamada com a família precisa de internet.
Para carregar o equipamento entre utilizações, perto dos quartos onde é usado. Não precisa de tomada dedicada nem de obra.
Não é preciso sala. A sessão faz-se na cama ou no cadeirão, com o Modo deitado quando o doente não se pode sentar.
Alguém da equipa que fica com o equipamento à sua responsabilidade e a quem entregamos a formação. Não precisa de conhecimentos técnicos.
Os cenários reproduzem-se 100% offline. A videochamada com a família precisa de ligação: passa pelo servidor da RVer e não fica gravada em lado nenhum.
O equipamento chega com a aplicação instalada e a biblioteca de cenários carregada. A formação da equipa está incluída e não exige conhecimentos técnicos.
Quem vai acompanhar as sessões experimenta os óculos deitado, com o Modo deitado ativo, para saber o que o doente vai ver e sentir.
À cabeceira, curta, com um cenário calmo escolhido com o doente ou com a família, e um profissional ao lado do início ao fim.
Na cama ou no cadeirão, com o Modo deitado se o doente estiver deitado ou reclinado. A duração decide-a a equipa, sessão a sessão, conforme o estado do doente.
Sempre que possível, é o doente que escolhe: um lugar onde viveu, o mar, um sítio de devoção. A família pode ajudar. O RVer pode sugerir, mas não prescreve, não avalia e não diagnostica.
Por videochamada, a família vê no telemóvel ou no computador o mesmo cenário que o doente está a ver, e o doente vê-a e ouve-a dentro da experiência. A chamada passa pelo servidor da RVer e não é guardada.
Quando a família está presente, pode ficar ao lado e conversar sobre o que o doente está a ver. Há quem prefira não pôr os óculos e apenas estar: a decisão é do doente.
Toalhete ligeiramente húmido na capa de silicone, lentes com um pano de microfibra seco, e o equipamento a carregar. É o suficiente.
Automáticas, a qualquer hora, nunca a meio de uma sessão. Sem custo adicional.
Dispositivo médico Classe I (produto base) · marcação CE (MDR 2017/745) · registado no INFARMED (CDM 94571546) e na EUDAMED (Basic UDI-DI 56006195127RVERTZ). Siga estas indicações em cada sessão.
Use o sistema RVer sempre com acompanhamento de um profissional ou cuidador. Não deixe o utente sozinho com os óculos.
Entre utilizadores, passe um toalhete ligeiramente húmido na capa de silicone (vem uma no kit, lavável) e limpe as lentes só com um pano de microfibra seco, sem líquidos nem álcool.
Pare a sessão se houver tonturas, náusea ou desconforto. Comece com sessões curtas e vídeos calmos e aumente a duração e intensidade gradualmente.
Utilize preferencialmente posição de sentado, em local estável e sem obstáculos ao alcance. Para acamados, use o Modo deitado.
Ajuste o volume a um nível confortável para o utente antes de iniciar, diretamente nos óculos.
Reprodução 100% offline, sem contas. Nenhum dado clínico ou pessoal do utente sai do equipamento. São enviadas apenas estatísticas de utilização por dispositivo, sem identificar pessoas, para melhorar a aplicação: conforme com o RGPD.
Precaução ou avaliação clínica prévia em: enjoo de movimento grave ou perturbações vestibulares; epilepsia não controlada ou convulsões fotossensíveis; incapacidade de seguir instruções de segurança.
Profissionais de saúde e cuidadores com formação, em contexto de saúde ou apoio social. O utente está sempre acompanhado. Não se destina a autoadministração.
Qualquer incidente grave com o dispositivo deve ser comunicado ao fabricante (hi@rver.pt) e ao INFARMED, I.P.
O RVer pode ajudar a gerir a ansiedade e a dor como complemento, mas não substitui nenhum cuidado. Quando o doente já não diz o que sente, a equipa tem de o ver.
Sem palavras, o desconforto vê-se: expressão tensa, gemidos, agitação, mãos a ir aos óculos, respiração diferente. Ao primeiro sinal, tire os óculos com calma e pare a sessão.
Sessões curtas, cenários calmos e volume baixo para começar. Um profissional fica junto do doente durante toda a sessão.
Se faz sentido fazer a sessão, e quando, é decisão da equipa, ouvindo a família sempre que possível. Na dúvida, não usar.
Conforto e distração através de experiências imersivas (natureza, viagens, memórias) para doentes em fase terminal.
Ambientes imersivos calmos, usados como complemento não farmacológico em contextos de ansiedade e stress.
Ambientes seguros e controláveis, usados como apoio não farmacológico sob supervisão da equipa de saúde.
Para afixar junto ao sítio onde o equipamento fica guardado.
Dispositivo médico Classe I (produto base) registado no INFARMED (CDM 94571546) e na EUDAMED (Basic UDI-DI 56006195127RVERTZ), com marcação CE (MDR 2017/745). RVer Motion, RVer Neuro e RVer Exposure são módulos em desenvolvimento, não abrangidos pelo registo.
Para dúvidas de utilização, avarias ou pedidos de formação adicional.