Um assistente clínico de escolha de conteúdo. A equipa diz em que área está a trabalhar e o RVer AI ordena a biblioteca daquele equipamento, explicando cada sugestão. Não é um chatbot: não se escreve nada e não há conversa.
Primeiro a segurança: as contraindicações do doente atribuído removem conteúdo da lista, e a fotossensibilidade exclui sempre. Depois, por esta ordem: o que a equipa escreveu sobre o conteúdo, a evidência publicada com o seu grau (meta-análise, ECA, revisão, pré-pós ou braço único), e o que aquele serviço aprendeu com a utilização, no máximo 15% sobre a ordem.
A biblioteca de vídeo é interrogada por resultado; o RVer Motion por região e função; o RVer Neuro por domínio cognitivo. O RVer Exposure não tem assistente, e é uma decisão: a fobia está no nome do conteúdo e o clínico escolhe por ele.
Não diagnostica, não prescreve e não avalia. Ordena conteúdo face a um objectivo que o clínico escolheu, e nenhum número que mostra é ponto de corte nem norma. É um modelo da RVer que corre dentro do equipamento: o que um serviço aprende fica nesse serviço, nada é agregado entre clientes e nada treina nada central. Sem nuvem e sem conta (RGPD).
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