Custo anual
vs evidência
Quanto custa manter uma solução de realidade virtual terapêutica num serviço, e que nível de evidência clínica publicada a sustenta. As duas perguntas ao mesmo tempo, no mesmo gráfico.
- AFrança / BélgicaEuropa · Classe I
- BAlemanhaEuropa · Classe I
- CFrançaEuropa · Classe I
- DPaíses BaixosEuropa · Classe I
- EFinlândia / ItáliaEuropa · Classe IIa
- FEUAEUA · FDA
- GEUAEUA · FDA
01Como ler
Os concorrentes estão anonimizados e agrupados pelo enquadramento regulamentar. O que interessa a quem decide não é quem é quem, é onde cada solução cai no plano, e quanto custa lá estar.
O eixo do custo não traz números: o preço de cada solução é matéria de contrato, e o nosso não é exceção. As posições vêm de estimativas do custo total de propriedade por serviço e por ano, reunidas a partir de preços de tabela públicos, registos de concursos e divulgações dos fabricantes (2025–2026).
A escala de evidência vai de 1 (casos isolados) a 5 (meta-análise), passando por séries de casos, um ensaio clínico aleatorizado (ECA) e vários ECA. A pontuação da RVer reflete o mecanismo da terapia por realidade virtual, sustentado na literatura publicada; não existe ECA do próprio dispositivo. Cada solução foi caracterizada pelos mesmos parâmetros, por entidades diferentes.
02O que isto quer dizer
A diferença de custo entre a RVer e a solução europeia mais próxima representa entre 37% e 63% de custo anual adicional. Para uma instituição com quatro serviços, a diferença face às soluções mais caras chega a €10 000–€40 000 por ano.
A vantagem não vem de fazer menos: vem de não haver custos de localização, de o suporte técnico ser nacional, e de o licenciamento estar calibrado para o orçamento do SNS. A RVer corre em Meta Quest 3, e os equipamentos são fornecidos, configurados e geridos por nós, a instituição não compra nem administra equipamento nenhum.
A diferença cresce com a escala. Na RVer, cada equipamento adicional num serviço custa cerca de metade do primeiro, quem começa por um serviço e alarga para quatro não multiplica a fatura por quatro. O valor exato depende do contrato, e damo-lo numa conversa.
É também a única solução do conjunto com registo nacional em Portugal, Dispositivo Médico Classe I registado no INFARMED e na EUDAMED, ao abrigo do MDR 2017/745. Em concursos do SNS, isso costuma ser critério de elegibilidade, não um extra.
Quer os números do seu caso?
O custo por serviço depende do número de equipamentos e do contrato. Uma conversa de vinte minutos chega para lhe darmos um valor concreto.
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