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O RVer no Jornal de Leiria

O Jornal de Leiria publicou hoje uma peça sobre o RVer. Aproveitamos para deixar por escrito, do nosso lado, as três coisas que a notícia levanta.

Tema
Plataforma RVer
Leitura
3 min de leitura
Publicado
19 de setembro de 2026
Autoria
RVer
Âmbito
Produto base · Classe I

Nesta página

O que a peça conta

A jornalista Daniela Franco Sousa escreve sobre a Amplified Creations — empresa de Leiria, fundada em 2015, cinco pessoas — e sobre o RVer, o sistema de realidade virtual para uso clínico que registámos no Infarmed como dispositivo médico. A peça resume os três usos que o sistema tem no terreno: conforto e distração durante procedimentos, redução da ansiedade antes de exames, e atividade de estimulação com pessoas idosas.

É a mesma descrição que usamos nas propostas. Não há aqui nenhuma novidade a anunciar — e é isso que nos agrada na peça.

A frase que interessa

Da notícia: «Quem conduz a sessão é sempre um profissional de saúde da própria instituição.»

Se houvesse uma só linha a sair daqui para fora, era esta. O RVer não é um leitor de vídeo 360° que se entrega a um utente e se deixa a andar. É um sistema clínico assistido: a equipa de saúde da instituição escolhe o conteúdo, conduz a sessão, para quando é preciso parar, e regista. O equipamento é o menos interessante do conjunto.

Daí vem também aquilo que o sistema não faz. Não trata, não diagnostica, não avalia, e não substitui cuidado médico nenhum. É um complemento não farmacológico, sempre sob supervisão da equipa de saúde.

Onde estamos, ao certo

A peça fala em expansão nacional e internacional, e isso é verdade — é o plano. Sobre a geografia atual, o mapa é este: a sede é em Leiria, há um segundo escritório em Lisboa, e a equipa desloca-se para instalação e formação. Quanto aos clientes, as instituições que usam o sistema estão espalhadas por vários pontos do país e não se concentram numa região, ainda que hoje fiquem todas de Lisboa para cima. As reuniões são por vídeo e o sistema fica instalado na própria instituição, por isso a geografia condiciona pouco quem pode trabalhar connosco.

Não é a primeira vez

Vale a pena ver isto em série, e não como notícia avulsa:

  • 2022 — o Jornal de Leiria acompanha os utentes da Casa das Janelas Verdes, em Alpedriz. O sistema ainda não tinha o nome que tem hoje.
  • 2024 — a SIC Notícias e o Jornal de Leiria vão aos Cuidados Paliativos de Leiria. O destino mais pedido é Fátima. Nesse mesmo mês, o Diário de Leiria publica a sua própria peça em papel: «Utentes dos Cuidados Paliativos viajam sem sair do lugar».
  • 2026a peça de hoje, já com o registo de dispositivo médico feito.

Quatro anos entre a primeira reportagem e esta. Foi o tempo que levou a transformar uma coisa que funcionava numa coisa que se pode instalar, documentar e defender perante um regulador.

Ler a peça

Amplified Creations aplica realidade virtual na saúde — Jornal de Leiria, 19 de setembro de 2026.

Notícias não são evidência clínica. O que existe de estudos sobre realidade virtual em contexto de saúde está reunido, com as ressalvas todas, na nossa biblioteca de estudos.

Um caso concreto?

Diga-nos qual é a situação

Respondemos com sim, com «é preciso testar», ou com não — as três acontecem, e a última também é útil.

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