Imagiologia

Medo da ressonância magnética: como a realidade virtual ajuda com a claustrofobia no exame

A claustrofobia faz adiar, interromper ou repetir ressonâncias magnéticas. A realidade virtual ajuda a preparar o doente antes de entrar no aparelho.

Uma parte significativa das ressonâncias magnéticas é adiada, interrompida ou repetida por uma razão que não tem nada a ver com a máquina: o doente não aguenta lá dentro. O tubo estreito, o ruído intenso, a obrigação de ficar imóvel durante minutos — para quem tem tendência claustrofóbica, é um cenário difícil de suportar.

Porque a ressonância assusta tanto

A ressonância junta, ao mesmo tempo, vários gatilhos clássicos de ansiedade:

O resultado, em doentes mais sensíveis, pode ser um ataque de pânico que obriga a parar o exame — com custos de tempo, de repetição e de atraso no diagnóstico.

Onde entra a realidade virtual

A realidade virtual terapêutica atua sobretudo antes do exame, na preparação:

O objetivo não é enganar o doente — é dar-lhe ferramentas para tolerar melhor um exame necessário, evitando interrupções e repetições.

O valor para o serviço de imagiologia

Cada exame interrompido é tempo de máquina perdido, uma marcação a repetir e um diagnóstico adiado. Ajudar o doente a completar o exame à primeira tem valor clínico e operacional direto. Um doente mais calmo é também um doente mais imóvel — e imagens de melhor qualidade.

Nota importante: a realidade virtual terapêutica é uma abordagem complementar, usada sob supervisão de profissionais de saúde. Não substitui a avaliação clínica nem qualquer decisão sobre sedação, que cabe sempre à equipa de saúde.

O papel do RVer

O RVer é um sistema de terapia imersiva por realidade virtual concebido para ambientes de saúde e certificado como Dispositivo Médico Classe I pelo Infarmed, em conformidade com o regulamento europeu MDR 2017/745. Simples de operar entre exames, confortável para o doente e com conteúdos guardados no próprio equipamento — funciona sem depender de internet — apoia a preparação de doentes ansiosos sem recolher dados clínicos do paciente.

Preparar o doente antes de entrar no aparelho é, muitas vezes, a diferença entre um exame concluído e um exame perdido.

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Veja como a realidade virtual terapêutica certificada se integra no seu serviço.

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