Custo e ROI

Quanto custa e o que rende: o ROI da realidade virtual terapêutica numa instituição de saúde

Avaliar o investimento em realidade virtual terapêutica não é olhar só para o preço do equipamento. É perguntar quanto valor gera por cada vez que é usado.

Quando uma instituição de saúde avalia adotar realidade virtual terapêutica, a primeira pergunta costuma ser "quanto custa?". É a pergunta errada para começar — ou, pelo menos, é incompleta. O preço do equipamento é a parte mais fácil e mais visível da conta. O que decide o valor real é outra coisa: quanto é usado e quanto gera de cada vez.

Custo não é só preço

O custo total de uma solução vai além da etiqueta. Inclui:

Quanto maior o atrito em cada um destes pontos, maior o custo real de manter a solução viva. Por isso a simplicidade de operação não é só conforto — é economia direta.

O retorno mede-se no uso

Uma verdade incómoda em saúde: muito equipamento caro acaba esquecido num armário. Esse é o pior cenário de ROI — todo o custo, nenhum retorno. O valor de uma ferramenta é proporcional à frequência com que é, de facto, usada.

Um equipamento barato e muito usado gera mais valor do que um caro que ninguém liga. Adoção é a variável que mais pesa no retorno.

Onde está o valor

O retorno da RV terapêutica não aparece numa única linha de orçamento. Distribui-se por várias:

Nota importante: a realidade virtual terapêutica é uma abordagem complementar, usada sob supervisão de profissionais de saúde e integrada no plano de cuidados. Qualquer decisão clínica — incluindo reduzir abordagens farmacológicas — cabe sempre à equipa de saúde, não à tecnologia.

O papel do RVer

O RVer é um sistema de terapia imersiva por realidade virtual concebido para ambientes de saúde e certificado como Dispositivo Médico Classe I pelo Infarmed, em conformidade com o regulamento europeu MDR 2017/745. Foi desenhado para baixar o atrito que mata o ROI: simples de operar e de gerir pelas equipas, confortável para o doente e sem recolha de dados clínicos do paciente.

O melhor retorno em saúde vem das ferramentas que a equipa consegue, de facto, usar todos os dias — não das que ficam guardadas a perder valor.

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